Batom vermelho: 7 coisas que você não sabia sobre o clássico de maquiagem

Curinga de make, o batom vermelho é um símbolo de empoderamento feminino desde 1912
No século XVIII, o governo britânico condenava as mulheres que usassem batom vermelho (Foto: Shutterstock)
No Antigo Egito, o batom vermelho era símbulo de status social, para homens e mulheres (Foto: Maybelline NY)
A rainha Elizabeth I da Inglaterra acreditava que o batom vermelho tinha poderes curativos (Foto: Shutterstock)
Curinga de make, o batom vermelho é um símbolo de empoderamento feminino desde 1912

Nada como um batom vermelho intenso para deixar o visual mais arrumado em segundos ou ainda levantar a autoestima de uma mulher que quer se sentir poderosa! Queridinho da maquiagem da boca, ele é um dos itens de make mais antigos e permanece como um dos favoritos para criar um look glamouroso. Mas se você pensou que já sabia tudo sobre a cor para os lábios, pode ter se enganado: confira 7 fatos que você nunca imaginou sobre o batom vermelho!

1. O batom vermelho é um símbolo de empoderamento feminino desde 1912

Em 1912, várias feministas como Elizabeth Cady Stanton e Charlotte Perkins Gilman pintaram os lábios de vermelho como símbolo de empoderamento na marcha sufragista em Nova York em 1912, pelo direito das mulheres ao voto. Hoje em dia, a cor nos lábios continua sendo ícone de poder e feminismo.

2. No antigo Egito, o batom vermelho era símbolo de status para homens e mulheres

Nos tempos de Cleópatra, tanto as mulheres quanto os homens se embelezavam com o batom vermelho, que era um símbolo de status para os membros da alta sociedade. Na época, o cosmético era aplicado com pauzinhos de madeira umedecidos, e era feito com insetos e frutos esmagados.

3. Marylin Monroe só usava batom vermelho e aplicava 5 camadas do produto

Marylin Monroe é uma das personalidades que mais popularizou o batom vermelho na História, usando apenas essa cor em todos os momentos. Para que os seus lábios ficassem bem sedutores, ela aplicava 5 camadas do produto, além de apostar nas técnincas de contorno para os deixar mais volumosos.

4. Durante a 2ª Guerra Mundial, o batom vermelho foi o único cosmético que continuou sendo distribuído normalmente

Neste período de escassez, a distribuição dos cométicos foi racionada na Grã-Bretanha, assim como todas as coisas consideradas "supérfluas". No entanto, o batom vermelho continuou sendo distribuido normalmente, uma vez que Winston-Churchill, primeiro ministro na época, considerava que o produto "incentivava a moral pública".

5. Em seus filmes, Elizabeth Taylor exigia ser a única atriz a usar batom vermelho

Musa do cinema nas décadas de 40 e 50, Elizabeth Taylor era fã do batom vermelho para aumentar o seu "sex appeal" nos filmes que protagonizava. No entanto, ela fazia uma exigência: mais nenhuma atriz que estrelasse no mesmo filme poderia usar a cor nos lábios.

6. A rainha Elizabeth I acreditava que o batom vermelho tinha propriedades curativas

Outra curiosidade sobre o batom vermelho é que a rainha Elizabeth I, da Inglaterra, acreditava que o cosmético tivesse propriedades curativas, e que pudesse evitar até a morte. Durante o seu reinado, eram usados diversos tons de vermelho para distinguir as classes sociais.

7. Em 1770, o governo britânico proibiu o batom vermelho

Neste ano, o governo britânico aprovou uma lei que condenava quem usasse batom vermelho: "Qualquer mulher sentenciada culpada de usar esse cosmético como meio de sedução para persuadir um homem ao casamento, poderá ser julgada por prática de bruxaria", dizia o documento.