Você sabia que as unhas também envelhecem?

Confira os cuidados que deve se ter com as unhas a cada idade
Confira os cuidados que deve se ter com as unhas a cada idade

Você nasce, cresce, brinca, estuda, trabalha, tem filhos e, com o passar da idade, suas preocupações aumentam com a pele, cabelo, rugas, entre tantas outras coisas. Mas você poderia imaginar que, junto ao visual, as unhas também envelhecem? Esmaltes, aplicações, acetonas, produtos de limpeza, alicates, digitações sem fim... As unhas sempre estiveram lá, sofrendo com as intervenções externas nocivas que suas atividades corriqueiras provocaram. Com o passar dos anos, elas podem ficar mais fracas, sem brilho e um tanto quebradiças. Aprenda a cuidar dessas áreas tão importantes para a vaidade e saúde da mulher e confira essa pelinha ao redor das unhas age como uma camada protetora e previne o possível acúmulo de sujeira e microorganismos nocivos. Adquira, também, o hábito de passar, a cada dia, um pouco de óleo hidratante sobre as unhas (isso vai fazê-las adquirir um aspecto bem uniforme). E uma dica essencial: evite, ao máximo, o uso de acetona. Prefira removedores de esmalte, que, além de possuírem um cheiro muito mais suave, não ressecam as unhas e a pele em volta delas. Eles possuem lubrificantes em sua formulação, que fornecem mais hidratação à região (os removedores de esmalte oleosos protegem a queratina e lubrificam as unhas), mas atenção: o produto não deve ser utilizado mais que uma vez por semana.

Atenção com as unhas os 30!

Com 30 anos, as mulheres, geralmente, se dividem entre trabalho, filhos, marido e atividades de casa. É nessa idade que as preocupações com machas na pele e ruguinhas de expressão vão surgindo e, assim como elas, as unhas também merecem mais atenção.

Como a pele, as unhas têm mais dificuldade de retenção de água com a chegada dos 30 anos. Elas, que são feitas de queratina e água, precisam daquele mesmo cuidado que se deve ter aos 20 anos: óleo hidratante aplicado diariamente. Também é indicado o uso de bases de esmalte que contenham proteínas, vitaminas e hidratantes. A acetona deve ser abandonada para que a desidratação das unhas não seja ainda maior.

Aos 40: evite o ressecamento

Preocupações com a estética e observação de várias mudanças no corpo já são constantes. Porém, são várias as opções de cuidados com a pele e corpo que podem ser tomadas (e com as unhas, não é diferente).

As unhas e a pele têm tendência de ficarem bem mais secas do que antes. Para combater a essa aridez, o grande segredo é aplicar algum hidratante que contenha vaselina cerca de duas vezes por dia na região - a vaselina age como um bloqueador à perda de umidade. Além do ressecamento maior, aos 40 anos o crescimento das unhas diminui. Então o cuidado para evitar qualquer substância que possa danificá-las deve ser ainda maior, uma vez que a renovação desse tecido é sempre mais lenta. Para conseguir um visual mais jovem, a dica é ter as unhas mais curtas e pintadas em tons mais claros, como o nude, o bege e o rosa claro.

Cuidados extras os 50

Nesse período o corpo começa a produzir uma menor quantidade de hormônios e ocorrem algumas transformações físicas e psíquicas no organismo. O envelhecimento e ressecamento dos tecidos do corpo é um pouco mais acelerado devido à diminuição do fluxo de sangue que nutre a pele.

Com esta idade, a matriz responsável pelo crescimento das unhas pode crescer ainda mais devagar e a tendência é que a área torne-se mais grossa - o que causa muito desconforto em algumas mulheres. Troque o óleo hidratante diário de sempre por uma loção esfoliante com ácido lático para hidratar e dissolver a camada de queratina e proteínas da superfície e, consequentemente, conseguir afinar um pouco a espessura das unhas. Aplique bases com fibras, que preencherão as imperfeições e relevos da superfície dessa área do corpo, fornecendo, assim, uma aparência mais lisa e uniforme.

Para qualquer idade

Além disso, existem cuidados simples que devem ser feitos em qualquer idade para que as unhas permaneçam bonitas e saudáveis em todas as idades. Não roê-las é o primeiro de todos: além da ponta dos dedos ficar com aparência de desleixo, a saliva favorece o surgimento de bactérias, vírus e fungos. Também é aconselhável não lixar a superfície das unhas, uma vez que ela é composta por queratina. Apesar de polêmico, não tirar as cutículas é um conselho de vários dermatologistas e manicures, uma vez que elas protegem as unhas de produtos e agressões do dia a dia.